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Mix de Mídia debate o perfil de consumo do jovem brasileiro

Cerca de 150 pessoas marcaram presença no primeiro “Mix de Mídia” que fizemos esse ano. O evento aconteceu na última quinta-feira, dia 18, e abordou as mudanças do jovem brasileiro e seus impactos no dia a dia dos mídias.

O estudo “Segmentação de Perfil do Jovem Brasileiro”, realizado pelos institutos Box 1824 e Quantas para o Multishow, foi o tema principal do debate. Ele apresentou 6 perfis de consumo com suas principais características, apresentando o gosto musical, interesses, frases atitudinais e outras informações de interesse para quem precisa entrar no universo desse público.

Após a pesquisa, Karla Mendes, diretora do Quantas, Cristiane Stuart, gerente de marketing do Multishow, Agatha Arêas, diretora de marketing do Rock in Rio, e Antônio Jorge Pinheiro, Conselheiro do Grupo de Mídia RJ, apontaram diferentes visões sobre como a pesquisa deve influenciar e transformar o olhar dos profissionais de comunicação.

Participantes do Mix de Mídia

Ágatha, Karla, Antônio Jorge, Cristiane e Érica após o debate no Mix de Mídia.

Segundo estudo, a evolução do nível educacional e o aumento do poder de consumo da população influenciaram na mudança de perfil do jovem.

“Hoje acontece um movimento de aproximação das classes sociais. As pessoas de diferentes camadas sociais estão frequentando os mesmos lugares, viajando para os mesmos destinos, procurando os mesmos tipos de conteúdo. A pesquisa apontou seis perfis diferentes de jovens, onde a segmentação não se dá mais pelo poder aquisitivo e sim pelo estilo de vida e tipo de comportamento” – declara Karla.

Para “conversar” com esses jovens atuais é necessário oferecer experiências múltiplas, seja através da programação de um canal de TV ou até mesmo em grandes eventos culturais. Segundo Cristiane, estes novos perfis de comportamento entre os jovens vão continuar exigindo dos canais de comunicação um conteúdo qualificado e diversificado. “Hoje, por exemplo, apresentamos no Multishow programas que vão desde clips sertanejos a festivais internacionais como o Lollapalooza e o Rock in Rio”- observa Cristiane.

O Rock in Rio também evoluiu ao longo de 13 edições, se internacionalizou, ampliou os estilos musicais e criou novas plataformas, como o musical e o Rock in Rio OnAir. “Este é um festival que proporciona uma experiência de convívio para 585 mil pessoas e, por isso, o mix de artistas tem que ser muito bem pensado. Precisamos apresentar estilos musicais que permeiam grupos diversos, mas que em algum momento se aproximam. A pesquisa verbaliza e concretiza a maneira com que pensamos e fazemos o festival” – conclui Agatha.







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