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Mix de Mídia esquenta o debate sobre as Networks do YouTube

Com o auditório 100% ocupado, nosso Mix de Mídia, realizado no dia 10/04, recebeu Antônio Tabet (Kibe Loco), do Porta dos Fundos, Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghal), da Amazing Pixel, e Igor Lima, gerente de negócios do Google.

O bate-papo, mediado por David Coelho – diretor de comunicação do Grupo –, seguiu com um tom leve e descontraído, mas também trouxe à tona questões importantes sobre o YouTube e as suas Networks.

Para contextualizar esse momento de novas mídias e consumo, David apresentou os dados da ComScore que apontam que o Brasil é o 3º maior consumidor de vídeo no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A pesquisa também mostra que 56% das pessoas com acesso à internet não se importam de assistir a publicidade em vídeo na web.

Diante desse potencial consumidor, que cresce à medida que aumenta a inclusão digital no país, as Networks facilitam a venda de publicidade pelos produtores de conteúdo no YouTube. Assim, oferecem às marcas a possibilidade de segmentação e comunicação contextualizada.

Mas não foi desde os primórdios do YouTube que as Networks surgiram ou poderiam ter surgido. “O começo do YouTube era muito amador. Era apenas um site com vídeos soltos. Só após percebermos o potencial do site, que o formato do YouTube foi revisto e os canais foram criados. A partir daí criamos uma equipe para rentabilizar esses canais. Hoje, o YouTube é uma nova mídia” – explica Igor.

Agora é preciso entender melhor esse comportamento de consumo em vídeo e como utilizar essa audiência. Para o Jovem Nerd e Azaghal, que produzem conteúdo via seus canais e vendem mídia via Amazing Pixel, a internet ainda tem muito espaço para novos tipos de conteúdos e diferentes formatos e é preciso apostar nisso. Ela é uma plataforma que permite segmentação, viraliza e ainda dá um enorme retorno de mídia.

E as agências, já assimilaram todo esse fenômeno? Segundo Kibe, elas estão começando a perceber esse cenário e a internet está deixando de ficar com o “troco” da verba publicitária. A audiência dos canais, sua capacidade de retorno dos anúncios na web e sua métrica efetiva força todos a olharem a internet com outros olhos. Um dos primeiros passos é entender que a campanha tem que estar em todas as janelas (TV, tablets, smartphones, etc.) e elas têm linguagens diferentes, por isso precisam receber conteúdos diferentes.

Como atores transformadores desse novo cenário, Kibe, Jovem Nerd, Azaghal e Igor, contribuíram com suas visões sobre as mudanças de comportamento da população na hora de consumir vídeos, monetização na internet, conteúdo on demand, mensuração na web e tudo que permeia esse universo que nos força a mudar, seja enquanto agência, cliente, veículo ou consumidor.







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